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Pedido para instalação da CPI do Padre Zé entra em pauta no Pleno do TJPB



				
					Pedido para instalação da CPI do Padre Zé entra em pauta no Pleno do TJPB

O pedido do deputado George Moraes (União) para viabilizar a instalação da CPI do Padre Zé na Assembleia Legislativa será analisado pelo Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A sessão está marcada para a próxima quarta-feira (22), às 9h.

O mandado de segurança foi apresentado por George Moraes, que é líder da oposição ao governo João Azevêdo (PSB), após o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adriano Galdino (Republicanos), arquivar a instalação da CPI.

Galdino decidiu barrar o prosseguimento da comissão investigativa depois de o deputado Bosco Carneiro (Republicanos) retirar a assinatura do requerimento, mesmo após a CPI ter sido protocolada.

Segundo Moraes, a CPI teria como objetivo auxiliar nas investigações sobre os supostos desvios de R$ 140 milhões do Hospital Padre Zé, no período em que ele foi administrado pelo Padre Egídio de Carvalho. A entidade filantrópica recebia verbas públicas, inclusive de emendas parlamentares.

Imbróglio na Justiça

Em junho do ano passado, o juiz convocado Alexandre Targino Gomes Falcão, do TJPB, determinou que a Assembleia Legislativa adote as providências necessárias à criação e instalação de CPI do Padre Zé.

No mesmo mês, o titular do gabinete, desembargador Leandro dos Santos, após recurso da ALPB, reviu a decisão e suspendeu a liminar, sob o argumento de que o ato de omissão imputado ao legislativo, de não instalar a CPI, deixou de existir no momento em que foi determinado o arquivamento da abertura da comissão com a retirada da assinatura de Bosco Carneiro.


				
					Pedido para instalação da CPI do Padre Zé entra em pauta no Pleno do TJPB
Foto: montagem Jornal da Paraíba. Tibério Limeira e Pollyanna

Nova denúncia do MP

A inclusão na pauta acontece no mesmo dia em que uma nova denúncia do Gaeco do Ministério Público envolvendo os secretários Pollyanna Dutra (Desenvolvimento Humano) e Tibério Limeira (Administração) e outras 14 pessoas vem a público, após ser apresentada à Justiça.

A denúncia relata um suposto ‘esquema’ de pagamento de propina, classificado como “devoluções”, por parte de empresas que forneciam produtos para as instituições e eram contratadas para fornecer itens para o hospital e refeições para o Programa Prato Cheio.

Os denunciados negam envolvimento no esquema.

A oposição trabalha com a possibilidade de reapresentar um novo pedido de instalação da CPI do Padre Zé após o recesso parlamentar, a depender do resultado da ação movida na Justiça.



Fonte: Jornal da Paraíba

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