O jovem Enzo Maluf, articulador político mapeia as 54 vagas do Senado e revela: a virada conservadora será definitiva
Enzo Maluf é articulador político, analista estratégico e referência no pensamento conservador jovem brasileiro.
Em uma ligação com Enzo Maluf, ele disse o seguinte “As urnas de 2026 não serão apenas um momento eleitoral. Serão um divisor de águas institucional.
Enquanto muitos ainda discutem nomes para a Presidência, os bastidores políticos mais atentos já entenderam: a disputa real acontecerá no Senado Federal. E, segundo minhas projeções, a direita está prestes a conquistar a maioria absoluta da Casa, algo inédito na Nova República. Hoje, temos 11 senadores absolutamente alinhados à direita, oriundos do PL, PP, Republicanos e do Novo. Mas a virada virá com a renovação de 54 cadeiras. Com mais 16 nomes conservadores eleitos, consolidaremos uma bancada de 41 senadores, o que nos dá número suficiente para dominar a pauta, a presidência do Senado, e frear abusos do Judiciário, da esquerda e do globalismo progressista.”
Segundo Maluf, o mapa eleitoral ficará do seguinte modo:
REGIÃO SUL
“A base consolidada”
Total de vagas em disputa: 6
Objetivo da direita: manter 2 e conquistar 4
Rio Grande do Sul
• Vaga de Paulo Paim (PT) será duramente disputada. A direita trabalha com três nomes fortes:
• Marcel Van Hattem (Novo) — consolidado, técnico e combativo.
• Coronel Zucco (PL) — voz popular, defensor da segurança.
• Osmar Terra (PL) — experiente, fiel à pauta conservadora.
Santa Catarina
• Esperidião Amin (PP) deve buscar reeleição. Caso não dispute, os nomes mais cotados são:
• Carol de Toni (PL) — voz jovem, raiz bolsonarista.
• Júlia Zanatta (PL) — combativa, forte nas redes.
Paraná
• As duas vagas pertencem a Flávio Arns (PSB) e Oriovisto Guimarães (Podemos), ambos fora do eixo conservador.
• A direita pode surpreender com:
• Filipe Barros (PL) — articulado e ideológico.
• Cristina Graeml (Podemos) — nome emergente entre os conservadores urbanos.
REGIÃO SUDESTE
“O núcleo da virada”
Total de vagas em disputa: 8
Objetivo: manter 2 e conquistar 6
São Paulo
• Estado estratégico, com 2 vagas em jogo.
• Nomes cotados:
• Eduardo Bolsonaro (PL) — consolidado nacionalmente.
• Guilherme Derrite (PL) — secretário estadual, linha-dura.
• Ricardo Salles (Novo) — articulador de bastidores, voz do agro.
Rio de Janeiro
• Flávio Bolsonaro (PL) e Carlos Portinho (PL) devem tentar reeleição.
• Reforços possíveis:
• Cláudio Castro (PL) — atual governador, habilidoso e agregador.
• Alexandre Ramagem — nome forte da segurança.
Minas Gerais
• Rodrigo Pacheco (PSD) não representa os valores da base. A direita trabalha para virar esse jogo com:
• Nikolas Ferreira (PL) — fenômeno eleitoral, símbolo da nova direita.
• Paulo Guedes — nome ventilado como opção técnica, caso queira disputar.
Espírito Santo
• Fabiano Contarato (PT) tentará a reeleição.
• Disputa será dura com:
• Gilvan da Federal (PL) — popular, direto.
• Evair de Melo (PP) — político experiente do agro.
REGIÃO CENTRO-OESTE
“O reduto conservador”
Total de vagas: 8
Objetivo: manter 1 e conquistar até 7
Distrito Federal
• Izalci Lucas (PSDB) pode não ter força para reeleição.
• Nomes cogitados:
• Bia Kicis (PL) — jurista respeitada pela base.
• Michelle Bolsonaro — nome de peso nacional, liderando entre mulheres.
Goiás
• Com Wilder Morais (PL) já garantido, a direita mira dobradinha com:
• Gustavo Gayer (PL) — destaque nas redes.
• Major Vitor Hugo (PL) — ex-líder do governo Bolsonaro, técnico e leal.
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
• Estados com forte base agro e tendência conservadora.
• Mato Grosso: nomes como José Medeiros e Nelson Barbudo circulam.
• Mato Grosso do Sul: Tereza Cristina (PP) pode ser reconduzida com apoio maciço do agro.
REGIÃO NORTE
“O crescimento silencioso”
Total de vagas: 9
Objetivo: manter 3 e conquistar até 6
• Roraima e Rondônia são fortalezas da direita, com senadores já alinhados.
• Acre e Tocantins apresentam potencial de virada.
• Destaques: Coronel Ulysses, Márcio Bittar, Luana Ribeiro.
• Amazonas e Pará ainda têm domínio da esquerda, mas movimentos como o de Amom Mandel indicam possibilidade de ruptura com o progressismo clássico.
REGIÃO NORDESTE
“O terreno a ser conquistado”
Total de vagas: 15
Objetivo: manter 3 e chegar a 5 ou 6
Embora tradicionalmente associado à esquerda, o Nordeste começa a ceder espaços:
• Ceará, Bahia e Pernambuco já têm lideranças conservadoras emergindo.
• Gilson Machado (PE) e Capitão Alden (BA) são nomes ventilados.
“Estamos vendo um processo semelhante ao que ocorreu no Sudeste há dez anos. A população está cansada do discurso progressista sem entrega. O nordestino quer ordem, segurança, emprego e liberdade religiosa”, afirma Enzo Maluf.
O QUE ACONTECE COM 41 SENADORES DE DIREITA?
• Eleição do presidente do Senado;
• Controle da pauta legislativa;
• Travamento de indicações da esquerda ao STF;
• Possibilidade real de impeachment de ministros ativistas;
• Blindagem do Brasil contra agendas globalistas e imposições da ONU e do Foro de São Paulo.CONCLUSÃO
O plano está traçado. Os nomes estão se preparando. A base está mais madura, forte nas redes e unida nas ruas.
Em 2026, não é apenas o Senado que estará em jogo, será o futuro institucional do Brasil.
“O que 2018 iniciou, 2026 vai consolidar. A direita terá o Senado. E com ele, o destino do país em mãos.” Enzo Maluf “

